Magia e morte na África

 


Lawrende Hynes, que viveu mais de vinte anos entre os nativos da África,escreveu na revista inglesa "Answers":
"Um dos carregadores negros colocou no chão a sua carga e sentou debaixo de uma arvore.Quando lhe perguntaram se estava doente, respondeu":
"Eu não estar doente, eu morrer!".
"uma hora depois, estava morto. Interrogando os outros nativos, veio-se a saber,que aquele homem violara um tabu (regra sagrada) da atribo".E que o feiticeiro lhe lançara um sortilégio.
"Naturalmente, as pessoas que desconhecem o modo de viver dos nativos acham que tudo isso é pura superstição". Imaginam que os feiticeiros exercem uma influência particularmente notável sobre negros primitivos, mas que carecem de qualquer poder contra os brancos. quem conhece a África verdadeira, a África misteriosa e inquietante,sabe que seu feitichismo, sua magia e seus ritos terriveis podem ser fatais para o europeu, como os negros naturais da terra.
Eu não sei se é simples impostura esse recurso de apelar para forças estranhas ou se se deve explicar, dizendo que o feiticeiro africano conhece muitos segredos que o branco ignora. O fato é que assisti, pessoalmente a numerosos fenômenos, que nem eu, Nem os europeus presentes, conseguimos explicar.
Foi o caso, por exemplo, do negociante holandês Doorn. Homem robusto e forte, acostumado a ser obedecido, arrogante, tanto com os negros como com os brancos, Doorn sempre achou que toda a arte dos magos feiticeiros não passava de pura charlatanice. Certo dia, sob a influencia do álcool, profanou uma imagem considerada sagrada. O feiticeiro lhe pediu que se afastasse do local. Doorn respondeu com um sôco e cuspiu no pequeno idolo de madeira. Levantando´se, o feiticeiro encaminhou-se para a sua cabana. Durante a noite toda, foi visto junto a uma pequena fogueira,murmurando invocações e formulas de maldição, até que, completamente esgotado, caiu desmaiado.
Na manha seguinte, o holandês foi encontrado morto. Tinha o rosto crispado pelo sofrimento da agonia, seus olhos refletiam imenso pavor e seu corpo estava todo encolhido. Foi aberto inquérito e um médico europeu, sob a vigilância do comissário do distrito, realizou a autopsia. Estava perfeitamente são.
Não há indicios de venenos, nem há ferimentos No entanto, é evidente que sofreu uma dolorosa agonia...

Sabe-se de fonte insuspeitáveis,que um juiz branco e um policial negro, que haviam, respectivamente, condenado á morte e dirigido a execução de um "homem-leopardo", ficaram,ambos completamente cegos, no momento mesmo em que a pena se cumpria.
Outro caso bastante conhecido é o de um comissário distrital, que mandou prender um feiticeiro, para castiga-lo, severamente, por crimes que havia praticado. pois na mesma ocasião em que o feiticeiro dava entrada na prisão, o filho do comissário foi tomado por febre alta, sem nenhum outro sintoma de enfermidade. Os médicos não sabiam o que fazer e todos temiam pela morte iminente do menino. O comissario, fora de si e desesperado, procurou a feiticeiro e este afirmou que a febre do menino cassaria assim que o deixassem sair da prisão. Imediatamente, foi ordenado que livrassem o feiticero. Na mesma hora, a febre do doente desapareceu e ele recuperou o seu estado normal.
Daquele dia em diante, o comissario deixou de preocupar-se com os feiticeiros. Aprendera aquilo que todos os que conhecem bem a África sabem de sobejo: "´É melhor não se intrometer nas coisas que não se compreende".

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